Tipos de Películas – Johnson Window Films

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As películas para janelas são fabricadas através de diversas combinações de vários elementos, atendendo aos critérios do objetivo final pretendido. Hoje em dia existem 5 categorias básicas de composição de películas:

Películas transparentes – não são refletivas, pois não contêm metais. Normalmente não se destinam a fins de proteção solar, e quase sempre são
utilizadas como películas de segurança.

Películas tingidas – embora não refletivas, visto que também não incluem metais na sua composição, essas películas fornecem proteção térmica e redução de brilho através da absorção solar.

Películas metalizadas – possuem um enorme coeficiente de proteção térmica porque refletem uma quantidade abundante de radiação.

Películas híbridas – proporcionam alta rejeição de calor com um aspeto não refletivo, tendo na sua composição camadas metalizadas e tingidas.

Películas de cerâmica – produzidas com a tecnologia inovadora de Nanocerâmica, proporcionam os benefícios da película tingida com a alta rejeição de calor. Mas a maior vantagem delas é a capacidade de rejeição dos raios infravermelhos até 99%.

PELÍCULAS TRANPARTENTES
Películas transparentes não refletem, por não conter na sua estrutura metais para bloquear ou refletir a radiação solar. Existem películas transparentes que exercem a função de proteção contra raios UV, quando o processo de fabricação conta com adição de um inibidor de UV. As películas transparentes são usadas ​​principalmente como películas de segurança e anti-graffiti. Geralmente possuem uma grossura mínima de 4mm , enquanto as películas normais ou de proteção solar não costumam ultrapassar 1-2mm.

PELÍCULAS TINGIDAS
Películas tingidas apresentam-se em uma variedade de cores e são produzidas de uma das seguintes maneiras:

  1. O corante é misturado ao adesivo de laminação ou montagem
  2. O corante é aplicado na própria película de poliéster.O método que garante melhor uniformidade e durabilidade, é aplicação de corante à película base. Este processo evita as complicações associadas à mistura de adesivos e corantes, pois trata-se de aplicação de uma mistura carregada de sólidos à película base. Este método é extremamente vantajoso na produção de películas de tonalidades mais escuras, pois implica adição de um teor de sólidos mais alto e isso afeta o adesivo.

    Existem vários benefícios associados às películas tingidas. Os instaladores apreciam a facilidade com que a película tingida responde ao moldagem através de altas temperaturas, e o tempo de secagem, que é menor do que para uma película com uma camada de metal.
    Os consumidores valorizam as películas tingidas pois estas oferecem uma boa clareza e qualidade ótica, bem como alta redução de ofuscamento.
    A desvantagem das películas tingidas está na sua reduzida eficácia no controlo do ganho de calor solar. A proteção térmica é realizada através de absorção da energia solar. Depois que a película é “saturada”, o excesso de calor é liberado, ou seja, a partir de um momento estas películas deixam de cumprir a sua função de proteção solar. As películas de metal não absorvem a energia solar, mas sim, refletem-na, o que é mais eficaz. Além disso, a durabilidade da cor das películas tingidas não é tão boa quanto a das metalizadas. As películas tingidas têm a tendência a ficarem roxas, pois alguns dos corantes são destruídos pela constante ação da luz solar. Dai a dica, caso tenha um carro com as películas tingidas, sempre que for possível estacione-o na sombra, pois a película se degradará mais lentamente do que a dos carros deixados em pleno sol o tempo todo.

    PELÍCULAS METALIZADAS
    O processo de adesão do metal a uma película à base de poliéster é chamado de revestimento a vácuo. Essa “lona metalizada” é o que confere à película suas propriedades refletivas e é utilizada pelos fabricantes para fornecer diferentes graus de refleção solar.

    Atualmente, existem três tipos de técnicas de revestimento a vácuo usadas na indústria de produção de películas para janelas: pulverização, deposição de vapor e feixe eletrônico . Todos os três tipos são realizados em uma câmara de vácuo de ultra baixa pressão. Vamos perceber exatamente como acontece a metalização.

Câmara de Deposição de Vapor


PELÍCULAS HÍBRIDASProcesso de metalização através da deposição de vapor
O processo de deposição de vapor envolve o aquecimento de um pedaço de metal até o ponto de ebulição e permite que o vapor de metal adere a película de poliéster que passa.

Um fio de metal (normalmente alumínio) é mantido em uma banheira aquecida, com objetivo de derreter. Devido à baixa pressão da câmara, o ponto de fusão do fio de metal é muito menor do que seria em condições normais. Quando o fio de metal finalmente ferve, forma-se um vapor que assenta na película de poliéster que passa através da câmara. A quantidade de metal aplicada na película é determinada pela velocidade com que a mesma passa através da câmara. Ao ajustar as velocidades, o fabricante pode alterar a espessura da camada de metal aplicada na película. Isso permite que o fabricante crie várias bases de película com diferentes graus de metalização.

Uma combinação de camadas tingidas e metalizadas, oferece o melhor dos dois processos, resultando em alta rejeição de calor e aparência refletiva. Geralmente, a durabilidade das películas híbridas é maior do que a das películas tingidas. Elas também são consideradas materiais de alto desempenho devido às propriedades de proteção térmica que a camada metalizada lhes proporciona.

PELÍCULAS CERÂMICAS
Este tipo de material não é tingido, nem é metalizado. É criado através da mais recente tecnologia nano-cerâmica, incorporando partículas microscópicas de óxido de metal para absorver altos níveis de calor solar. Resulta em películas de longa duração com altas propriedades de rejeição de calor, maior coeficiente de proteção solar, que proporcionam alta nitidez de visibilidade.

Estas películas possuem propriedades excecionais de rejeição dos raios infravermelhos (IR). O que contribui para uma taxa mais alta de proteção solar em comparação com os materiais tradicionais normalmente usados ​​para produzir películas para janelas, mantendo os mais altos níveis de clareza ótica.

 

Fonte: site oficial do fabricante das películas Johnson Window Films (http://www.johnsonwindowfilms.pt/)

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Sobre TermoPlast

A Termoplast foi fundada em Braga, em 2006, pelo luso- brasileiro Jackson Pinho, técnico profissional altamente qualificado na aplicação de películas térmicas. Com mais de 20 anos de experiência, conta no seu currículo com aplicação de películas em mais 18.000 viaturas e mais de 1000 residências, incluindo montras de lojas, fábricas, escolas, restaurantes e outros. Há mais de 13 anos no mercado Português, já ultrapassou as fronteiras nacionais, tendo alargado o seu portefólio de clientes e serviços a vários outros países da Europa.

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